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MOVIMENTO PERPÉTUO: ANDAMENTO 12/4 IN FÁ MINOR COM INTERLÚDIO CONTRAPONTÍSTICO PARA 2 SOLISTAS poema-partitura para barítono, mezzo-soprano e coro
piano (sprechgesang)
denWeindenmanmitAungentrinkt ver o verso do poema como perpendicular re~ e a confraria se reuniu uma vez mais ! be-leaves in lies e livros ficções alghidares de barro sabres de aço (a)voir sob a lua cheia há um orvalho que se infiltra entre as velhas telhas
—Shirô
"o vinho que se bebe pelos olhos"
SCHÖNBERG pierrot lunaire estado rançoso-códeas
crescendo CODEX
silêncio............................................. silen
largo et suave suave calma cuase-claridade variável de tons cromáticos
o lobo uiva a caça se faz carne e a lua é
e nachela colina pássaros reunidos para admirar o vento e a lua como foice de prata fendendo grãos de estrelas mergulhando suave na malha azul diamantes que encontra a noite no ponto de fuga e o pulso de pássaros pardos rompendo o ar em deslocamento antes admiravam agora pendem pesados por plumas presas até sabe-se lá cual céu brotos de carvalho ao pé do vale botões de cerejeira e So-Shu sonhou o universo é feito de espaços vazios sobra o pó matéria do silêncio
e o pai levou o filho até o lago e disse: "agora te ensinarei a voar" e todas as cores tingiram-se de Van Gogh
Descartes: <html> <body> <p><a href= “http://www.penso.com”>para existir </a></p> </body> </html>
é melhor surpreender-se com o milagre que decepcionar-se com o óbvio não é permitido a um ser admirar outro a não ser que capital social capital financeiro capital cultural capital hoje cada ser um mundo
egogalaxias
“M-A, aprenda —disse Mr. Hesentt por mais de uma vez “a lhe dar com as limitações alheias” he´sn´t here
Eliot via Beta: o que nós temos que fazer é trazer a poesia no mundo em que as vidas das audiências e a qual retorna quando sair do theatre; para não transportar as audiências em algum mundo imaginário totalmente ao contrário do seus próprios, um mundo unreal em que a poesia pode ser falada. O que eu devo esperar o poder conseguido, por uma geração dos dramatists que têm o benefício de nossa experiência, é que as audiências devem encontrar, neste momento da consciência que é poesia do hearing, que se está dizendo: "eu poderia falar na poesia demasiado!" Então nós não devemos ser transportados em um mundo artificial; no contrário, para fora de próprio sordid, o mundo dreary, diário de repente seria iluminado e transfigured. ( de Poesia e de Drama , de 1951)
sol nasce disco halogênio num vale de silício nuvens de qobalto acima dirigível chumbo parches industriais altas torres fumegantes aço knox
mezzo-soprano des mains-chef-d´oeuvre(até a fermata) maisons-marchises hi-techpour mendiants outsiders
un enfant a cherché à savoir sur lui-même: www.quisommes-nous.com.md (monde) le webmaster: omnipotent@skydome.fv CASSIOPÉ SI! il y aura lumière
au son onzième degré d´intensification cromatique
le rêve(il)
bits gigabytes WELTREKORD
com moto pisar ruas através do Centroé mulheres que precisam de ilusões para amar é Pound na Cinelândia n.a: existência reduzida a 200 pp é estar entre cinza e cimento e ser curva e acima de tudo chuva luzes e semáforos móveis através do vidro da noite como cristas de onda é ser livre entre muros cidade bloco catalíptico catálise vertical-eterna Marrecas Marechal Floriano Senador Dantas 7 de Setembro Travessa Praça Quinze e a viver é ver um pedaço de mundo parte dos cem-mil olhos que o vêem pedaço de tempo dos cem-mil pés que o pisam pelo Odeon já passou gente que ria e andava de bonde
(da Rio-Niterói o Centro é brilho de espelhos sobreposto a noite brilho de espelhos refletido n´água
e nada)
mais
suave a amanhã pré-histórica internet de hoje´sta modernanticuada lata de Coca
lire aujourd´hui le journal d´demain les nouvelles d’hier
satélites strausseando e morrendo no espaço lixo livre acorrentado à vista da terra
escrever é pôr símbolos sobre o papel se desm a n c h vazios
Sousândrade* cavalheiro da triste figura solitário no tempo e no erro mundo
INTERLÚDIO
chintais vazios que falam por si vidas que
CHORUS
que caia o caos sobre o tempo rarefeito nos pedaços de pano que caia cao sobre corpos podres entre rebocos de argila cais em costas sobre terra de destinos e fósseis de sopros consumidos pelo vento de seres massacrados pela física e libertos pelo mar líchen, planctons, fitoplanctons Crônus desencontrando amantes e juncos a beira de rios cansados que certa vez nasceram fontes veios fiéis a seus destinos marginais
...fluem a margem do curso (*): ........................................................................ erramt
n.a.: de acordo com Noyce (1998:17) as teses da Impromptu Unv mesmo já disse Lu Pai e o prof. Looping, H.P. trabalhando sobre/ em assim como afirmava na Kriest University sua poesia é ipso facto um pouco tola (Haimer, 2001:938) teorias que só provam o inútil de forma que duvidemos do provável
tempo imerso em eternidade
e Einstein acreditava em Deus por que meus caminhos são mais altos que os vossos caminhos e meus pensamentos mais altos que os vossos pensamentos (Isaías – 55:9) como chem dissesse vá e prove de que matéria é feito barro não constrói casas
e achele homem tentou fugir à sua sombra e à sua pegada pobre tolo. eram tão rápidas e não se cansavam antes dele mestre Tzu disse e é suficiente barro não erghe TORRES para o oriente chestões = respostas o costume entre nós, homens do ócio, 12 hor/fuzo é sempre cherer responder o ser é e nada mais pode ser além disso
barro não esculpe Vitórias cada um escolhe a forma que deseja para ver o mundo e as coisas no vermelho PRISMA
Emmanuelle Béart fitando íris espelhando foto carnosa fruta do branco dos olhos entre tez, abaixo seda prata contra treva lábios e nariz blocheando ar pescoço ponte garganta dos sentidos à alma tristeza trigo
barro não vicia a mente nem SE decompõe mudam-se os móveis do cuarto mas o vazio lá permanece
oh, mha lua florescente e torta dizey-mh dos poemas pelas eras te aclamado dizey-mh d´est´ bosque para os cuais perdi chem amo
e veio descansar no bosque o grupo de estudantes sujos e descabelados Bolonha Coimbra Sorbonne Salamanca e na estalagem próxima comeram sem pagar a conta era o costume
e homens desceram ao mar e alcançaram horizontes entre estalos de madeira entre maciços d´ondas sob chilha através de peitos ansiosos pelo fim e mal seria, se non foss´ assy
trechos de vida navegando em UHF refração nos olhos de uma criança somente elas (as crianças) captam o óbvio sublime textura de tempo declinada sobre pele com entalhe de rugas turíbulos cheimando hortelã sopro se elevando como trama de almas traços de céu factus de materia, cinis elenti, similis sum folio, de quo ludunt venti Orff-VOX in tarberna cantam barro só é jarro e nem ao menos pode deixar de ser
veloce sob noites opressorasdias caem ainda verdes pela fenda que é janela lágrimas traçam estrias na tez e orvalho brota nas folhas trecho de mundo onde termina a terra e começa o per viir lua azul sobre o Rio Amarelo artérias fluviais como
em essência o que é ou não sonho e de que matéria é feito
senda que fenda vales eia eia
a dizer graziozo planar na cauda de Zéfiropular corda sobre os paralelos voar na capa vermelha de Julio Verne (Van Gogh in caelum) e nas asas de D(r)ummon...t....d
se a vida não oferece muito que
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