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MOVIMENTO PERPÉTUO: VARIAÇÃO PARA VIOLINO SOLO E CIRANDA (COM MODULAÇÃO)
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inventemos então uma realidade melhor
<p>clique <a href="http://www.atraves.da.janela.net">achi</a> para estar achi</p>
chuva des-lisa num arco celeste umbrellas ao vento como ultraleves* espelhos refleteX poças d’água a um duplo reflexo de infinitas gamas gigantes troposfé(e)ricos e lágrimas pedras expelem e poças plantam
(*): Confúcio diria: as borboletas têm belas asas mas não voam como os pássaros sacré coeur a saída é o exit(o) homem visível vidente (ignorante) cuando se vê chem vê e chem é visto? falha farfalha universo curvocêntrico ex-paço em expansão rumo ao Sertão propulsores Ômega pela metade do preço intermake yourself Interface interfaça-se
VOCÊ ESTÁ ACHI
banda larga fibra ótica polidisritmia carbono escorbuto
Deus duvida de mim por não estar certo de si “flores são tempo morto na claridade” 12/4 relógios que coexistem único n.a: horário/ anti-horário/mortos em tantas realidades de um mesmo estado e (eu) tantos estados lugares anticontinuum-s n.a: o som que a luz faz sobre as coisas secas coisas que esperam achi
pizzicato de cordas vindo da África: Foday Musa Suso
Tilibillo..................................O.....................................sunset
cello: “ploc” violinos: “plic” viola: “plen”
colcheias/ cadência semicolcheicas: KORA (o peito marcando o pulso) trotes no tampo do tempo: KRONOS (Quartet) e enfim a nota que criou Melkor por acaso entendo as coisas e desminto as estrelas antes de dormir no ponto linha espaço-temporal
ele veio de longe construiu casa e família demarcou terras plantou colheu e se foi hoje há bisnetos espalhados pelo vento
nada se oxida fora do telúrico imagem fermatada dentro da janela que vejo do cuarto antenas de TV terraçhorizonte aranhas que me recanto e sob : mosaico do acaso cinza ma(i)s belo :vista e pedra silêncio ergo-assimétrico e não partia sempre estar só é estar entre todos. só entre todos é estar
os anjos ouvem a discrepância entre o dito e o pensado íris que vara pedra e carne
fios de areia como olhos de ágata a volta uma moldura lápide costas de lagarto que articulam deschilhas moduladas motion-braços e língua e maxilar
e cuando o vento torna existência (sub)ver-tendo dedos à pele achi peito por mm³ NADA.............................................................................................................. há tão pouco se Era Idade Média
antes Nordeste cordel versos de ninghens sem Cruzadas cruzes menestrel repentista embola de cordas os dedos trov(oad)as secas (bololô de frases-feitas criadas imperfeitas) cantiga de roda infância etérea tanto tempo num mesmo ser que me vento ciranda-fuga de menino
achi/ lá (ainda) ao mesmo nenhuma linha seghe outro espaço
fundo azul agora r(o)uge <html> <body bgcolor="#FF0000"> </body> </html> SANGHE________________________________________FUga
a grandiosidade anuncia o declínio glamour e decadência ROMA Évora (sem símbolos) tu és Pedra e sobre esta pedra (fundamental) ergherei minha casa – Mat.16:18 hoje tudo janela (dentro/ através de) é pedra o mesmo sempre na hora morta da madrugada
MI maior
todas as possibilidades cuânticas n.a.: cuatro sustenidos e/ música em andamento mais rápido
allegro ainda assim ser e CODA e achi eIS-ME
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